HISTORIA DOS 4 ESTUDANTE DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Quatro estudantes de Universidade de Coimbra vieram passar as férias no Brasil, aproveitando o passeio para assistir o carnaval do Rio de Janeiro, Lá chegando à cidade maravilhosa, Os portugueses foram logo conhecer os pontos turísticos, Praia de Copacabana e Cristo Redentor e outros mais, conheceram umas garotas mulatas que atraiam os turistas estrangeiros. Os quatro lusos: Joaquim, Vicente, Manoel e Oliveira, ficaram admirados com as obras da natureza do Rio.
Primeira Parte.
com uma fantasia de Índia.
Segunda Parte
- O horário de a escola desfilar seria a penúltima sair no samba, já quase manhecer do dia seguinte. Joaquim – não tem pressa de esperar até a ultima escola sair, quero presenciar as belezas das mulatas brasileiras, principalmente você Bia, Só quero vê como fica alegria de todos quando a Mangueira entrar.
Ante do carnaval os dois já tinham combinado para um encontro amoroso, que seria na quinta da boa vista, Primeiro encontro Joaquim convidou-lhe para assistir um
Filme romântico de “Romeu e Julieta”, Lá no cinema o Português convidou para eles ir hum Hotel, e a mulata topou, foram e passaram o resto na noite no maior amor entre luso/brasileira.
- Após uns dias os estudantes Lusos voltaram a vossa cidade de Lisboa, deixando a maior saudade das brasileiras, mulatas de preferências, Já em terra portuguesa os estudantes cento dias voltaram a se encontrar para relatar as novidades que viram no Brasil e o aproveitamento como jovem estudantil. Joaquim contou a sua aventura com a mulata que conheceu e namorou durante seu passeio no Brasil, que era uma garota tão bonita e boa que ele ainda estava escorrendo o seu PÊNIS um liquido amarelo. Ai entrou no papo o seu amigo Oliveira, que estava fazendo medicina, que tinha um conhecimento de doença tropical.
Quarta Parte
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
HISTORIA DE MANOEL E MARIA E SEUS FILHOS
Manoel e Maria se casaram da década de vinte, e seu primeiro filho foi Francisco que nasceu no ano de 1924, daí por diante deste casal nasceram dezessete filhos, sendo três deles moraram no primeiro ano de vida e os demais quatorze, se criaram com seus pais, todos eles naturais do município de Dona Inês (antigo Município de Bananeiras). Agreste do Estado da Paraíba.
Um deles foi apelidado pela família, de Bila, entre todos eles era o de número treze (13), uma criança estimada pelos seus irmãos e seus pais, a sua mãe, criava os bichos domésticos e passava no nome desta criança, por ter muita sorte na criação dos Animais.
Manoel Matias da Silva – * 15 de agosto de 1901, + Falecido em 11 de outubro de 1974. Maria Antonia da Conceição- * 13 de agosto de 1901, + Falecido em 20 de janeiro de 1988.
HISTÓRIA DE DONA INÊS – PRIMEIROS HABITANTES.
LOCALIZAÇÃO GEOGRAFICO:
INICIO DA COLONIZAÇÃO
Sua colonização teve inicio no final do século XIX, inicio do século XX, quando se formaram alguns sítios e fazendas, Contam os mais velhos que por volta de 1850, vaqueiros que vínhamos de outras regiões á procura de gado desgarrado, avistaram uma coluna de fumaça. Acharam este fato estranho, já que o local era desabitado, resolveram verificar e encontraram á sombra de um cajueiro, ao lado de uma cacimba, uma senhora chamada de INÊS acompanhada de um negro, os quais nunca mais foram vistos. Seu povoamento aconteceu, possivelmente, com forma de diminuir as distancias entre as grandes feiras da região: Nova Cruz/RN, Araruna e Bananeiras/PB, uma vez que Dona Inês situa-se em uma área de transição que engloba os referidos Municípios. Desta forma, os senhores José Paulino da Costa, Pedro Teodoro da Silva e Pedro Teixeira, trouxeram para cá suas famílias e batizaram o lugar com “Serra de Dona Inês”.
Carro para grande familia
Este carro foi transformado para uma grande familia fazer excursão e viagem longa o carro de 3 cabines.
sábado, 7 de janeiro de 2012
20 de janeiro dia de São Sebastiao
História de São Sebastião
Terça-feira, 15 de janeiro de 2008São Sebastião conheça um pouco da história do Sao
São Sebastião (França, 256 — 286)originário de Narbonne e cidadão de Milão, foi um mártir e santo cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).
De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que se teria alistado no exército romano cerca de 283 (depois da era comum) com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos que via enfraquecer diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão, designaram-no capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Cerca de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram o seu símbolo e uma constante na sua iconografia). Porém, Sebastião não faleceu, foi atirado no rio, pois achavam que ele estava morto, encontrado muito longe de onde foi atirado, foi socorrido por Irene (Santa Irene). Mas depois, tendo sido levado de novo diante de Diocleciano, quem ordenou então que Sebastião fosse espancado até a morte... Mas que mesmo assim, ele não teria morrido, propriamente dito... Acabou sendo morto transpassado por uma lança.
Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: Historicamente o edito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da era comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece um pouco precoce. Lembrando que mitos religiosos não são história propriamente dito. Em outras palavras, o simbolismo na história de Jonas ou de Noé não é vista como histórica pelas lideranças cristãs atuais, mas sim como alegorias, estórias de inspiração.
De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que se teria alistado no exército romano cerca de 283 (depois da era comum) com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos que via enfraquecer diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão, designaram-no capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Cerca de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram o seu símbolo e uma constante na sua iconografia). Porém, Sebastião não faleceu, foi atirado no rio, pois achavam que ele estava morto, encontrado muito longe de onde foi atirado, foi socorrido por Irene (Santa Irene). Mas depois, tendo sido levado de novo diante de Diocleciano, quem ordenou então que Sebastião fosse espancado até a morte... Mas que mesmo assim, ele não teria morrido, propriamente dito... Acabou sendo morto transpassado por uma lança.
Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: Historicamente o edito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da era comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece um pouco precoce. Lembrando que mitos religiosos não são história propriamente dito. Em outras palavras, o simbolismo na história de Jonas ou de Noé não é vista como histórica pelas lideranças cristãs atuais, mas sim como alegorias, estórias de inspiração.
O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval - surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flexas); de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.
Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Historia de Brasilva
Brasilva é a criação de uma personagem de Sebastião Matias da silva, desde criança que ele tem seus ideais nas artes inventar coisas do dia-a-dia.
Natural de Dona Inês, Estado da Paraíba, nascido em dezessete de novembro de mil e novecentos e quarenta e cinco, filho de Manoel Matias da Silva e Maria Antonia da Conceição, todos naturais desta Cidade de Dona Inês.
Nesta família de sobrenome “SILVA”, Houve dezessete irmãos: sete mulheres e dez homens, três deles não se criaram, um deles, o décimo terceiro (13) filho, ganhou um apelido de bila desde criança após adulto o segundo sobrenome, “BRASILVA”, através de seus trabalhos artísticos.
Assinar:
Postagens (Atom)











